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	<title>Impostos - 1 - Contabilidade em Florianópolis - Categoria</title>
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	<description>Contabilidade &#38; Gestão</description>
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	<title>Impostos - 1 - Contabilidade em Florianópolis - Categoria</title>
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		<title>Sua empresa no Simples Nacional em 2024: saiba como!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fortevix@contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Dec 2023 22:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com um novo ano chegando, muitas empresas podem aproveitar a janela de oportunidade que vai do primeiro dia útil ao último dia útil do mês de…</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com um novo ano chegando, muitas empresas podem aproveitar a janela de oportunidade que vai do primeiro dia útil ao último dia útil do mês de janeiro, para<strong> aderir ao Simples Nacional.</strong></p>
<p>O Simples Nacional está disponível para empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano, e que além disso, atendam aos seguintes critérios:</p>
<ul>
<li>Não ter sócios ou filial no exterior;</li>
<li>Não ter como sócio outra pessoa jurídica;</li>
<li>Não ser constituída como sociedade por ações (S.A);</li>
<li>Não possuir débitos com o INSS e com o fisco.</li>
</ul>
<p>Para saber mais sobre o Simples Nacional e entender o processo de adesão ao regime, continue conosco e acompanhe esse artigo até o final.</p>
<h2>Como funciona o Simples Nacional</h2>
<p>O <strong>Simples Nacional </strong>é um regime tributário criado pela <strong><u><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm">Lei Complementar 123/2006</a></u></strong>, com o objetivo de oferecer tratamento fiscal diferenciado para micro e pequenas empresas, ou seja, negócios com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.</p>
<p>Nesse regime, as empresas pagam seus impostos em uma guia única mensal, calculada sobre o faturamento.</p>
<p>Por sua vez, a depender do tipo de atividade desenvolvida pelas empresas, essa guia pode unificar os seguintes impostos:</p>
<ul>
<li>IRPJ &#8211; Imposto de Renda Pessoa Jurídica;</li>
<li>IPI &#8211; Imposto Sobre Produtos Industrializados;</li>
<li>CSLL &#8211; Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido</li>
<li>COFINS &#8211; Contribuição para Financiamento da Seguridade Social;</li>
<li>PIS &#8211; Programa de Integração Social;</li>
<li>CPP &#8211; Contribuição Previdenciária Patronal;</li>
<li>ICMS &#8211; Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;</li>
<li>ISS &#8211; Imposto Sobre Serviços.</li>
</ul>
<p>Dito isso, vale destacar que além da unificação, em muitos casos o Simples Nacional também é o regime tributário mais econômico.</p>
<h2>Qual é o prazo para optar pelo Simples Nacional?</h2>
<p>De acordo com a legislação em vigor, existem dois prazos para adesão ao Simples Nacional. São eles:</p>
<p><strong>Para empresas em início de atividade</strong>: Neste caso, o prazo para a solicitação é de 30 dias a contar do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual), desde que não tenham decorridos 60 dias da data de abertura do CNPJ. Quando aprovada, a opção produz efeitos a partir da data da abertura do CNPJ.</p>
<p><strong>Para empresas em atividade: </strong>Para empresas que já estão em atividade, o prazo para opção pelo Simples Nacional vai do primeiro dia útil ao último dia útil do mês de janeiro de cada ano.</p>
<p>Diante disso, é importante que as empresas que desejam optar pelo regime simplificado de arrecadação de impostos, fiquem atentas a data limite, para não perder a oportunidade.</p>
<p>Após perder o prazo de adesão ao Simples Nacional, é preciso aguardar o próximo ano para enviar a solicitação.</p>
<h2>Como optar pelo Simples Nacional em 2024?</h2>
<p><strong>Optar pelo Simples Nacional em 2024 </strong>é muito fácil. Para isso, basta seguir as orientações do passo a passo abaixo:</p>
<ol>
<li>Comunique ao seu contador o desejo de optar pelo Simples Nacional;</li>
<li>O contador irá verificar se o regime em questão é benéfico para sua empresa;</li>
<li>Na sequência, será protocolado o pedido de inclusão da empresa no regime;</li>
<li>A <strong><u><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br">Receita Federal</a></u></strong> analisará o pedido e aceitará, caso a empresa seja elegível.</li>
</ol>
<p>Para saber mais e colocar sua empresa no Simples Nacional em 2024, <strong>clique no botão do WhatsApp e entre em contato conosco!</strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11151" src="http://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-300x300.jpg 300w, https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-150x150.jpg 150w, https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1.jpg 650w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
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		<title>Veja o que muda com a reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fortevix@contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 12:25:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais comentados do momento é o andamento da reforma tributária. Mas, afinal, você sabe o que pode mudar na prática? A reforma vem…</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos assuntos mais comentados do momento é o andamento da <strong>reforma tributária</strong>. Mas, afinal, você sabe o que pode mudar na prática?</p>
<p>A reforma vem sendo amplamente discutida no Congresso Nacional e pode promover alterações importantes na forma com a qual pessoas físicas e jurídicas recolhem seus impostos.</p>
<p>Sabendo disso e em função da importância do assunto, neste conteúdo, a <strong><u><a href="https://fortevixcontabilidade.com.br/">Fortevix</a><a href="https://fortevixcontabilidade.com.br/"> Contabilidade</a></u></strong> vai apresentar um resumo do que se sabe até o momento.</p>
<h2>O que é reforma tributária?</h2>
<p>A <strong>reforma tributária <u><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2196833">(PEC 45/2019)</a></u></strong> promete mudanças importantes na legislação fiscal brasileira, com o objetivo de tornar o sistema de tributação mais eficiente e menos burocrático.</p>
<p>Dentre os pilares da reforma tributária, podemos destacar três pontos importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Consolidação de impostos:</strong> Fusão de impostos para simplificar o sistema tributário brasileiro.</li>
<li><strong>Equidade:</strong> Revisão e ajuste do sistema para garantir que todos paguem impostos de forma justa, considerando sua capacidade econômica.</li>
<li><strong>Estímulo ao crescimento econômico: </strong>Tornar a legislação fiscal menos complexa, com o objetivo de atrair investimentos e estimular a atividade econômica.</li>
</ul>
<h2>O que muda com a reforma tributária?</h2>
<p>Uma das mudanças mais aguardadas da reforma tributária é a unificação de tributos. Já que a proposta que está em discussão prevê a consolidação de 5 impostos em apenas 2.</p>
<ul>
<li>PIS, COFINS e IPI serão substituídos pela Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS);</li>
<li>ICMS e ISS serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).</li>
</ul>
<p>Além disso, outras mudanças importantes estão em discussão, dentre elas:</p>
<ul>
<li><strong>Cesta básica:</strong> Uma cesta básica nacional, cujos produtos ainda serão definidos, deverá receber isenção de IBS e CBS.</li>
<li><strong>Princípio do destino:</strong> O princípio do destino das mercadorias elimina alíquotas interestaduais de ICMS.</li>
<li><strong>Imposto seletivo:</strong> Um imposto seletivo, substituindo o IPI, que poderá ser cobrado sobre bens e serviços, cujo consumo se pretenda desestimular, como cigarros e bebidas.</li>
<li><strong>Eliminação de benefícios fiscais: </strong>Benefícios fiscais concedidos para diferentes setores deverão ser eliminados.</li>
<li><strong>Cashback para baixa renda:</strong> Estuda-se a possibilidade de famílias de baixa renda receberem impostos pagos de volta, tornando o sistema menos regressivo, ou seja, menos oneroso a consumidores de menor renda;</li>
<li><strong>Cobrança do IPVA:</strong> Estabelecimento da incidência de IPVA para veículos aquáticos (ex.: lanchas) e aéreos (ex: jatinhos);</li>
<li><strong>Regime progressivo de ITCMD: </strong>No regime progressivo, a alíquota do ITCMD (Imposto de transmissão causa mortis e doação) aumenta à medida que o patrimônio ou renda do contribuinte aumente;</li>
<li><strong>Mudanças no IPTU: </strong>A reforma tributária pode permitir que os municípios tenham autonomia para realizar alterações periódicas da base de cálculo do IPTU.</li>
</ul>
<h2>Quando a reforma tributária entra em vigor?</h2>
<p>Se aprovada, a reforma tributária deve contar com um período de transição de 7 anos, até ser completamente implementada.</p>
<p>Neste caso, a previsão é a seguinte:</p>
<ul>
<li><strong>2026-2027: </strong>Substituição de PIS, COFINS e IPI pelo CBS transição federal);</li>
<li><strong>2029-2032:</strong> Substituição gradual de ICMS e ISS para o IBS (transição para estados e municípios);</li>
</ul>
<p>Com isso, apenas em 2033 teríamos todas as modificações aprovadas em vigor.</p>
<p><strong>Se você é cliente <u><a href="https://fortevixcontabilidade.com.br/">Fortevix</a></u>, não se preocupe. Estamos acompanhando de perto as mudanças para manter você bem informado.</strong></p>
<p><a href="https://materiais.fortevixcontabilidade.com.br/ebook-fortevix"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11151 size-medium" src="http://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-300x300.jpg 300w, https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1-150x150.jpg 150w, https://fortevixcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2023/07/ebook-post-1.jpg 650w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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		<title>Entenda como o planejamento tributário ajuda a enxugar os custos em sua empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fortevix@contabilidade]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 10:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade na crise]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Regime tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title" style="text-align: center;">Planejamento Tributário: Por que a maioria das empresas paga Impostos Excessivos?</h2>
<p>Pode parecer absurdo, mas é realidade no Brasil. Mesmo sob umas das mais altas cargas tributárias do mundo, cerca de 95% das empresas brasileiras pagam impostos a mais que o devido, segundo estudo do IBGE em parceria com a Associação Comercial de São Paulo. E isso acontece mesmo em um cenário de crise econômica, como o atual, em decorrência da pandemia da Covid-19.<br />
Mas por que as empresas pagam mais impostos que o devido se isso vai contra a lógica de qualquer bom gestor? Quem responde é o advogado Weslen Vieira, especialista em Direito Tributário: “Principalmente por falta de planejamento tributário e do excesso de burocracia e de normas tributárias existentes hoje no Brasil”.<br />
Para se ter uma ideia do emaranhado que é o sistema tributário brasileiro, um dos mais complexos do mundo, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), mais de 30 normas tributárias são criadas diariamente, o que só tende a tornar ainda mais difícil a vida das organizações. Além disso, há uma excessiva carga tributária.</p>
<p data-fetch="true">Um estudo global de 2017 (ICDE/IBGE) colocava o Brasil na 14ª posição entre as maiores cargas tributárias do mundo, com 35,04%, perdendo apenas para nações desenvolvidas.</p>
<p>A boa notícia, segundo Weslen Vieira, é que é possível resolver o problema dos impostos pagos a maior com um bom planejamento tributário. Já a questão do excesso de tributos e a burocracia poderão ser amenizados com a reforma tributária, cuja discussão está caminhando no Congresso Nacional.</p>
<h2 id="h-planejar-essencial"><strong>PLANEJAR É ESSENCIAL</strong></h2>
<p>Em relação ao planejamento tributário, este é essencial para qualquer organização, segundo o advogado, independentemente se micro, pequena, média ou grande empresa.</p>
<blockquote><p>“Percebo que falta a cultura do planejamento e daquela revisão necessária, de tempos em tempos, para verificar se a empresa está enquadrada no regime mais adequado ou no ramo de atividade que lhe proporcione tributação menos onerosa. Tem empresas, por exemplo, que uma mudança do Simples Nacional para o Lucro Presumido, por exemplo, poderia resultar em uma redução de carga tributária de até 100%”, aponta o advogado.</p></blockquote>
<h2 id="h-e-qual-o-per-odo-ideal-para-se-fazer-isso"><strong>E QUAL O PERÍODO IDEAL PARA SE FAZER ISSO?</strong></h2>
<p>O ideal é não deixar esse trabalho somente para o final ou início de ano, segundo o especialista, mas que se faça essa revisão pelo menos a cada seis meses ou sempre que houver uma alteração no faturamento da empresa, por exemplo.<br />
“É lógico que, no final do ano, naquele período de férias coletivas, de revisão de metas para o ano seguinte, é um bom momento para que os gestores, a cúpula das organizações, tirem um tempo para pensar e avaliar o negócio. Mas o ideal é que façam isso pelo menos a cada seis meses”, comenta Weslen Vieira, sócio da Advocacia Vieira Spinella e Marchiotti, com sede em Maringá/PR.</p>
<h2 id="h-por-onde-come-ar-o-planejamento"><strong>POR ONDE COMEÇAR O PLANEJAMENTO</strong></h2>
<p>Segundo Vieira, que também é especialista em Controladoria pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), “o planejamento deve começar pelo levantamento do faturamento, das despesas, da margem de lucro, principais operações e operações secundárias, fornecedores e o histórico para verificar se há alguma pendência tributária”, aponta. A partir daí, de acordo com ele, é possível analisar qual o regime tributário pode ser o mais adequado.</p>
<h2 id="h-regimes-tribut-rios"><strong>REGIMES TRIBUTÁRIOS</strong></h2>
<p data-fetch="true">No Brasil há três possibilidades de enquadramento tributário: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. “Definir o regime tributário é fundamental, como já destaquei, pode onerar mais ou menos a empresa. É preciso analisar, verificar inúmeras variáveis, como faturamento, número de funcionários, ramo de atividade etc”, explica.</p>
<h2 id="h-simples-nacional"><strong>Simples Nacional</strong></h2>
<p>O Simples Nacional, de acordo com o advogado, é um regime tributário simplificado e ideal para microempresas e empresas de pequeno porte. Atende faturamento anual de até R$ 4,8 milhões.<br />
Por se tratar de um recolhimento unificado e com uma menor quantidade de obrigações acessórias, se torna um regime prático, o que pode ser uma vantagem no momento da escolha.<br />
Segundo o Portal do Simples Nacional, o ano de 2019 representou mais um recorde para este regime tributário, que encerrou o exercício com 5.098.050 optantes pelo regime simplificado dos tributos —  cerca de 71.484 empresas a mais, em comparação a 2018. Este foi o maior número desde a criação do regime.<br />
Diferente dos outros regimes, o Simples Nacional apresenta uma tributação baseada no faturamento e não no lucro da empresa, o que pode se tornar uma desvantagem. Além disso, por se tratar de recolhimento unificado, não é possível destacar nas notas fiscais os valores pagos em ICMS e IPI, o que impede que clientes e parceiros de negócios utilizem créditos referentes aos tributos.<br />
Há ramos de atividade, portanto, que não faz sentido o enquadramento no Simples, a exemplo das clínicas médicas. “Dependendo do tipo de serviço e como é emitida a nota fiscal, por exemplo na prestação de serviço hospitalar, poderia haver redução de mais de 100% do Imposto de Renda e da Contribuição Social caso optasse pelo lucro presumido.”</p>
<h2 id="h-lucro-presumido"><strong>Lucro Presumido</strong></h2>
<p>Já no Lucro Presumido, a Receita Federal presume o lucro das empresas com base na sua receita bruta auferida no ano-calendário anterior. Esse regime tributário tem como requisito o faturamento anual de até R$78 milhões e o enquadramento da atividade empresarial nas categorias permitidas para este regime. As alíquotas variam de acordo com o objeto da atividade e o valor devido pode ser apurado de modo mensal ou trimestral.<br />
Esse regime é mais vantajoso do que o Lucro Real por haver alíquotas menores para PIS e COFINS. Porém, pode ocorrer de a empresa ter um lucro menor que o presumido e acabar sofrendo uma tributação maior do que seria devido no Lucro Real.</p>
<h2 id="h-lucro-real"><strong>Lucro Real</strong></h2>
<p data-fetch="true">Por fim, no Lucro Real, os tributos incidem sobre o valor da apuração contábil do resultado, levando em conta acréscimos e deduções permitidos em lei. Os optantes podem escolher pela apuração trimestral ou anual.</p>
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Uma das vantagens é que os tributos são pagos de acordo com o resultado real da empresa, que pode isentá-las do pagamento de alguns tributos, como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, caso tenha havido prejuízo no ano-calendário.<br />
Como desvantagem, o regime exige maior burocracia na gestão tributária devido a sua maior complexidade e, também, maior atenção em relação ao cumprimento das obrigações acessórias – o descumprimento, por sua vez, pode gerar a incidência de multa tributária.<br />
O advogado Weslen Vieira explica que a mudança de regime pode ser feita a qualquer época do ano. Por exemplo, se a empresa estiver no Simples e aumentou o faturamento, pode ir para o regime de Lucro Presumido. Apenas a opção de enquadramento no Simples Nacional que é feito no início do ano.</p>
<h2 id="h-aten-o-aos-refis"><strong>ATENÇÃO AOS REFIS</strong></h2>
<p>Outro ponto importante quando se fala em planejamento tributário é ficar atento aos Refis (refinanciamento de dívidas), tanto municipal, estadual ou federal. Isso porque muitas empresas podem se beneficiar dos descontos de juros e multas na hora de acertar as contas com o Fisco.<br />
“Muitas empresas, que hoje estão com débitos, devem ficar atentas aos refis e isso tem que entrar também no planejamento tributário a ser feito”, comenta.<br />
Inclusive Vieira chama a atenção para a possibilidade de um refis nacional, embora a equipe econômica do Governo Federal seja contrária. Ele explica que a Câmara dos Deputados decidiu dar início à tramitação de uma nova renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas.<br />
A proposta estava parada desde maio deste ano e foi denominada Programa Extraordinário de Regularização Tributária durante a pandemia, popularmente batizada de “Refis da Covid-19”.</p>
<h2 id="h-reforma-tribut-ria-vem-a"><strong>REFORMA TRIBUTÁRIA VEM AÍ</strong></h2>
<p>O advogado Weslen Vieira, que é presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB Maringá, destaca ainda que, especialmente neste ano, as empresas devem considerar em seus planejamentos a reforma tributária.</p>
<blockquote>
<p data-fetch="true">“Ao que tudo indica poderemos ter aprovada, finalmente, em 2021, a tão aguardada Reforma Tributária. E esta irá impactar, com toda certeza, a quase totalidade das empresas. Por isso, os gestores devem analisar os textos que estão em discussão hoje no Congresso e considerar mudanças de regime, no ramo de atividade, se for o caso, levando em consideração possíveis mudanças a serem trazidas pela reforma.”</p>
</blockquote>
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Em resumo, aponta o advogado, independentemente do tamanho, ramo de atividade, situação financeira, todas as empresas devem gastar um bom tempo no planejamento tributário. E isso faz sentido ainda mais diante da situação econômica do país, em que muitas organizações passam por dificuldade financeira. Vale a pena planejar.
</div>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornalcontabil.com.br/planejamento-tributario-por-que-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jornal Contábil</a>
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<p>O post <a href="https://fortevixcontabilidade.com.br/planejamento-tributario-porque-a-maioria-das-empresas-paga-impostos-excessivos/">Entenda como o planejamento tributário ajuda a enxugar os custos em sua empresa</a> apareceu primeiro em <a href="https://fortevixcontabilidade.com.br">Forte VIX</a>.</p>
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